SEJA BEM VINDA(O)

 

Possuir um grande amor não é privilégio de poucas pessoas. Todo mundo tem a sua metade, que irá seu caminho em um determinado momento da vida. Essa pessoa especial é o ser que nos completa, que desperta em nós  o sentimento de amor profundo, totalmente puro e desinteressado, ou seja, o amor verdadeiro.

Se você está lendo essas palavras siginifica que já encontrou seu grande amor, porém por razãoes inesperadas essa pessoa não está ao seu lado.

Com a amarração amorosa você vai aprender e descobrir como fazer para reconquistar a pessoa desejada.

Na amarração amorosa existe um ritmo para que tudo aconteça, e a paciência é necessário. A pessoa amarrada vai ter sensações, sonhos, lembranças e sentir falta e quem encomendou o trabalho.

Além de aprender sobre amarração amorosa, você vai aprender também algumas magias para melhorar ainda mais seu relacionamento (quando a pessoa que vc ama estiver ao seu lado) e como fazer para consertar algumas coisas que talvez não estejam se encaixando perfeitamente.

 

Cântico e louvação de Iemanjá

post - segunda

Iemanjá é a divindade das águas do mar e das águas doces.

Mora em Abéokutá, na Nigéria, no rio Ogum. É a mãe de todos os outros orixás. Nada pode existir sem água. Ela tem a mesma função que lôiê Moiô e Olokum da linha Ifé, mas não necessita de um orixá macho complementário. Estaria na posição de Nanã-Buruku no Adelê.

É sincretizada com a Virgem da Imaculada Conceição. Seu símbolo são seixos marinhos e conchinhas. Quando se manifesta, traz na mão um leque e seus iaôs imitam o movimento das ondas descendo e levantando o corpo. É uma divindade extremamente popular. Grandes festas lhe são dedicadas na Bahia em 2 de fevereiro e 8 de dezembro às margens Rio Vermelho. É recebida com a saudação “Odoyá” (a mãe das águas) .

Micaiê

Selo umbanda

Traz notícias

De mamãe

O micaiê

Selo umbanda

O micaiê.

Oue vê,

Que vê,

E caiaia

Mamãe umbanda

Segura ingom

Ta que eu

A me

O caiaia.

Caiaia

Navite

Nangue que

Aqui si congo

Caiaia

Navite.

Micai ai

É de

Umbanda

Micai ai ê

Micai ai é de

Umbanda

Cântico e louvação de Xangô

xangc3b4111

 

Xangô é o deus do trovão para os iorubanos. É viril e galhardo, violento e justiceiro. Castiga os mentirosos, os ladrões e os malfeitores.

A morte pelo raio é infamante. Uma casa tocada pelo relâmpago é uma casa marcada pela cólera de Xangô. O proprietário deverá pagar grossas quantias aos sacerdotes do orixá e fazer ofertas para apaziguar o deus.

Xangô é um dos mais respeitados orixás entre os iorubanos e nagôs.

Seu culto é largamente difundido além Atlântico por seus filhos e adeptos que a ele se consagram.

Este orixá teve três mulheres: Oyá, Oxum e Obá. Oyá tornou-se o rio Níger, e Oxum e Obá, em rios que têm seus nomes.

Na Bahia é sincretizado com São Jerônimo. Quando incorporado recebido aos gritos de “Kaô Cabê en Si-Lê”.

A um be Iê

A um belê jaze ;

A um belê jaze

A um belê jaze

Jaze amacondê

Jaze ê, ê, ê,

Jaze condeandem

Jaze ê, ê, ê,

Jaze amacondendembo

Jaze macondendeõ.

Táta manefu

Malem belem

Jaze.

Jaze

E, ê, ê, ê,

Aê jaze

Jaze

Quilombo

Aê jaze.

O jaze

Quimbanda

Angola

Le, Ie ;

Cumbele jaze.

O reze no atilesim

Sindorerê.

Cumbe Jaze

No atilesim

Sindorerê

O jaze

ê, ê,

O jaze

A, a,

Manhongolê

Manhongolá.

Cântico e louvação de Ossanyim (Ossãe)

Ossain-2

Ossanyim (Ossãe) é a entidade das folhas medicinais e litúrgicas. Sua importância é primordial e indispensável. Nenhuma cerimônia poderá ser efetuada sem o seu concurso. É orixá detentor de Axé (força, poder, vitalidade), que nem os deuses podem dispensar. O Axé reside em certas ervas. O nome destas folhas e o seu emprego tornam-se partes secretas ritual do culto dos orixás e vodus.  O símbolo de Ossanyim é uma flecha de ferro sobremontada por sete pontas dirigidas para o alto como as varetas de um guarda-chuva virado de borco. A do centro leva a imagem de um pássaro.

Ossãe vive na floresta. É representada por Aroni, um homem bem no, que só tem uma perna, e que, se diz no Brasil, fuma sempre cachimbo feito de um coquinho de coral colocado sobre um canudo cavado e aspergido por suas folhas preferidas.

No curso das cerimônias e em pleno Xirê, o orixá é saudado aos gritos de “Eu Eu”.

Catendê

ê, ê, Catendê

Catendenganga

Catendê

La Iuanda ê.

Catendenganga

CuruZu

Cutala zambi

Caturamo

Catendenganga

Curuzu.

É abuquequê

Ingô iomim

Pequenininho

Como é

Filecô.

É mologandu

O que, o que

Ganga tubice

O que o cá

É mologandu

O que, o que

Gagatubice

Ganga tubice

O caô câ.

O micatendê

Táta samba.

Ó, ó,

Maruin

O micatendê

Ó, ô

Maruin.

Catendê de

Ladigina

Ô luandê.

Catendê de

Ladigina

Õ luandê.

Catendê de

Ladigina

Ó luandê

Micatendê

Ladigina

Catendenganga

Bibiquaia

Êu a me.

Catendê

Oia bibiquaia

Éu a me

Oia bibiqua¡a.

Cântico e louvação de OMULU

omulu

Na data de 17 de dezembro, inúmeros terreiros realizam respeitosas cerimônias para reverenciar o Orixá Omolu, ou seja, o orixá da varíola e das moléstias da pele, também chamado o dono da terra e dos cemitérios, e ainda, de ”O Médico dos Pobres”. São cerimônias cercadas por denso misticismo.

Omolu foi sincretizado com São Lázaro, visto ser o grande espírito de Lazaro, uma perfeita revelação do orixá, por suas características e pelo seu sofrimento como ser humano, corroído pelas chagas, pela lepra e depois sepultado e ressuscitado. Nenhuma outra criatura encarnaria tão perfeitamente o orixá, que é louvado, igualmente, em alguns terreiro no dia 13 de fevereiro, por constar nesta data, como sendo a da morte de Lázaro. Mas, no entanto, convém ressaltar que sua verdadeira morte só se registrou a 17 de dezembro, isto é, dez meses após a sua ressurreição.

Também chamado de Obaluaiê, quando incorporado, é saudado aos gritos de “latotô”. E começam seus cânticos e louvações:

Cafungue

Catulembaracíme m

Cacenzala ê, ê, ê,

Cafunguê.

Lembaracime

Cocenzala

E ê, ê,

Cafunguê.

Sambuê

É popo de monã.

Sambuê

Sambozanguê

Samboê é

Popo de monã.

E monã

Quere Sumbê

A um belê

Monã

Quere sambucê

Ai um belê.

Caturá

Caturá

Mora coná

Lembauê, Iembauê

Catura,

Mora congá

Lembauê

Acochê.

Cântico e louvação de OXOSSE

Oxossi2

Oxosse é o orixá da caça.

Deve sua importância entre os iorubanos a diversas razões.

Uma delas é de ordem material, já que é Oxosse quem torna as caças frutuosas e garante a alimentação abundante. Uma outra é de ordem médica, porque os caçadores estando muitas vezes na floresta, entram em contato com Ossanyim (Ossãe), divindade das folhas medicinais e litúrgicas. Em Keto existe um Olossanim, perito em folhas e talismãs, que é o guardião de Oxosse. A ultima delas é de ordem social, porque é quase sempre um caçador, sob a proteção de Oxosse, em seus passeios à procura de presa, quem descobre um local favorável à instalação de uma nova fazenda ou de uma futura cidade para instalar-se com sua família.

O lugar de origem de Oxosse é Ikijá, perto de ljébu.

Quando se manifesta é saudado aos gritos de “Okê”. E daí por diante, seus cânticos e louvações têm curso:

Cabila queuala tala

Munzuê

Mamãe gimbe, gimbe,

Um táta ê

Mamãe gimbe á

Ai na ruanda ê

Orerê cabila

Queuala tala

Munzuê

Mamãe Mariá

CabHa

Mamãe Mariá

Cabila

Mukandeõ.

Tem pai

Cabila

Cabila

Tem Mãe

Cabila

Cabila de engoma

ê, ê,

Cabila geringue

Cabila de engoma

É um.

Cabila geringue

Auenda canguira

Munganga enganga

Aio tumba ô

Tauamim aê

Tauamim.

É muca,

Lembelembe

Aê tauaminha

Auenda cangira

Munganga enganga

Aio tumba ô

Tauaminha.

Bambi ê, ê, ê

Bambeu ainguá

Tauá

Bambeu ainguá

Tauá mi

Bambeu ainguá

Tauá.

É adeus cuta!a ginguê

Oiá ginguê õ

Adeus cutala ginguê

Oiá ginguê

Minha iza cutala

Cai a cura

Ai, ai, ai, ai,

Ai, a, adeus cutala

Ginguê, oiá guinguê õ

Oue me fauerá

Que me fauerá

Mínha iza cutala.

Caiza cura

Ai, ai, ai, ai, ai, ai

Adeus cutala

Ginguê oiá

Ginguê oíá, ginguê õ.

Caiza cura

Ai, ai, ai, ai, ai, ai,

Adeus cutala

Ginguê oiá, finguê õ.

À, o oiá me

Ola jabenganga

Olha maçambura

Lembeco

A samba queuá.

Simpatia para vida FINANCEIRA E PROFISSIONAL