SEJA BEM VINDA(O)

 

Possuir um grande amor não é privilégio de poucas pessoas. Todo mundo tem a sua metade, que irá seu caminho em um determinado momento da vida. Essa pessoa especial é o ser que nos completa, que desperta em nós  o sentimento de amor profundo, totalmente puro e desinteressado, ou seja, o amor verdadeiro.

Se você está lendo essas palavras siginifica que já encontrou seu grande amor, porém por razãoes inesperadas essa pessoa não está ao seu lado.

Com a amarração amorosa você vai aprender e descobrir como fazer para reconquistar a pessoa desejada.

Na amarração amorosa existe um ritmo para que tudo aconteça, e a paciência é necessário. A pessoa amarrada vai ter sensações, sonhos, lembranças e sentir falta e quem encomendou o trabalho.

Além de aprender sobre amarração amorosa, você vai aprender também algumas magias para melhorar ainda mais seu relacionamento (quando a pessoa que vc ama estiver ao seu lado) e como fazer para consertar algumas coisas que talvez não estejam se encaixando perfeitamente.

 

MÃE OXUM – Orixá Universal do Amor!


MÃE OEXUM

MÃE OXUM forma com Pai Oxumaré na segunda linha de Umbanda. Mãe Oxum é a Orixá Universal do amor, é o Trono Natural irradiador do Amor Divino e Concepção da Vida em todos os sentidos. Como “Mãe da Concepção”, ela estimula a união matrimonial e, como Trono Mineral, ela favorece a riqueza espiritual e abundância material.

O fator conceptivo de Mãe Oxum tem por função conceber, na vida dos seres, tudo o que é necessário para suprir suas necessidades íntimas, e o fator renovador de Pai Oxumaré tem a função de renovar o que já envelheceu ou perdeu sua função original na vida do ser.

Mãe Oxum irradia o Amor puro e incondicional para os seres, estimulando os sentimentos de amor, união, fraternidade e concepção. O ato da concepção de um novo ser no ventre de uma Mãe é um mistério de Mãe Oxum, e o ato de Gerar é um mistério de Mãe Iemanjá – uma ampara na concepção e a outra na geração do ser.

Oxum é força agregadora, ou seja, ela une para conceber, a união só existe de verdade por causa do Amor. A aliança no dedo anelar é porque, segundo os Egípcios, o sangue que passa em uma das veias desse dedo, vai direto ao coração;

Mãe Oxum ampara no amor quando estamos equilibrados, quando ocorre o desequilíbrio e o ser centra sua vida somente na sexualidade desvirtuada, ou seja, quando não há amor, essas pessoas serão atraídas pelos Tronos Minerais Negativas, aos quais não comentaremos aqui, somente alertamos que esses seres ficam com sua evolução paralisada até que esgotem todos os seus desejos desequilibrados e retornem às faixas neutras, de onde serão redirecionados. Entendam que o amor chega de mansinho, se instala, fica e não cega. O sentido do amor vai além do amor do Pai para o Filho, da mulher para o homem, dos irmãos; o amor verdadeiro não é limitado a somente algumas pessoas, é esse Amor Incondicional de Mamãe Oxum que viemos aprender a desenvolver, Amar a tudo e todos criados por Deus, inclusive aqueles que se julgam nossos inimigos, e da maneira como cada um é e não como queremos que sejam. E o amor fluindo naturalmente, sem ser obrigatório, sem ciúmes, sem interesses. Quando ocorre a obrigação, ciúmes, possessão, interesse, não existe amor, esses sentimentos são negativos e contrários ao Amor. É o Sentido do amor verdadeiro, incondicional que estimula a harmonização da Criação.

Senhora do Ouro (não existe Ouro melhor que o AMOR, certo?), senhora da prosperidade, Mãe Oxum atua em todos os campos de nossas vidas, por isso quando pedirem para Pai Ogum abrir seus caminhos profissionais, recorram depois a Mamãe Oxum e peçam para ela traga um caminho profissional que você ame ou que vai amar. Tudo o que fizermos por amor e com amor é gratificante e nos traz o bem estar físico, espiritual e, consequentemente, o material, porque estaremos vibrando o amor, a alegria e o contentamento, não mais sentimentos negativos que impedem a nossa evolução material e espiritual.

Vivam no Amor!

Ponto de força: Cachoeira

Cores: Rosa, Azul Claro, Dourado

Elemento: Mineral

Pedra: Quartzo Rosa

Saudação: Ora iê iêu, Mamãe Oxum! Ou Salve, Mamãe Oxum

Como Encontrar um Bom Terreiro

terreiro

Irmãos,

Vamos começar falando, então, para quem ainda não conhece a Umbanda e está com vontade de conhecer e, por ventura, desenvolver sua mediunidade.

O que você deve fazer, em primeiro lugar, é ver se você já conhece alguém que frequente um terreiro. Existem vários tipos de terreiro tocando das mais diversas formas seu ritual e, se você já tem algum tipo de pré-apresentação, isso será ótimo para evitar surpresas desagradáveis. Sim, essas surpresas podem acontecer. Como disse, há diferenças nos ritos e há pessoas que dizem fazer Umbanda para mascarar práticas, digamos, pouco ortodoxas. E, para ser sincero, eu duvido que você não tenha um amigo umbandista, mesmo que as escondidas.

Se você encontrar esse amigo, vá com ele. É uma ótima forma de você não se sentir deslocado e isso facilitará sua vida.

Tendo ou não este amigo, é importante, quando você adentrar em um terreiro pela primeira vez, que você procure algum dos integrantes da casa. Geralmente são as pessoas que estão vestidas de branco. Vá sem vergonha, apresente-se e pergunte como a casa funciona, qual a gira do dia e como você fará para se consultar. É importante que você vá de coração aberto, sem preconceitos e que fique atento aos sentimentos que permearão você. Sentindo-se mal, com um aperto no coração, com vontade de ir embora, simplesmente vá. Aquele lugar não é para você. Se você se sentir bem, continue. Sente-se se houver lugar e observe o que conseguir.

Um terreiro de Umbanda é um lugar onde você encontrará uma série de símbolos, imagens e instrumentos peculiares, como espadas, adagas, lanças. Não se prenda a essas coisas, observe o que você sente. Participe do ritual, bata palmas, cante se conseguir decorar as músicas (que muitas vezes são repetidas várias vezes) e tome seu passe. Depois, quando sair, observe-se.

É sempre importante essa auto observação. Não existem terreiros ruim ou bons, mas existem terreiros que falam ao seu coração ou não. O que falar, é para você, o que não falar, não é.

Existe um exemplo muito bom que costumo dar: Nossa casa trabalha de uma forma e atende as pessoas que se afinam com a forma de trabalho dos médiuns e dos Guias. Temos uma casa irmã, ou seja, uma casa que é nossa parceira, onde nós buscamos auxílio quando necessário e para quem oferecemos auxílio quando necessário. Somos irmãos, somos amigos, mas tocamos Umbandas diferentes e as pessoas que vão nessa casa, os Filhos de São Miguel Arcanjo, provavelmente não se adaptariam à nossa, assim como os nossos assistentes provavelmente não se adaptariam à casa dos Filhos de São Miguel. Isso é saudável e importante para a Umbanda: se todas as casas fossem iguais, não atenderíamos a um número muito grande de pessoas e a caridade, a mensagem, não seria passada.

Outra coisa importante: a Umbanda, a despeito do que possa parecer, não é milagreira. É uma religião que busca trazer o autoconhecimento, a evolução moral e isso depende, sempre, de cada um dos envolvidos. Pode ser que, em um primeiro momento, os Guias até façam algo do gênero com você (tipo adivinhar algo da sua vida, do seu dia), mas isso não é a regra e nem deve ser: falar de um problema é a primeira etapa para resolvê-lo e, se você não quiser falar, o Guia respeitará seu livre arbítrio.

Tento tudo isso em mente, vá para o seu passe. Vá com calma, observe a tudo e observe-se. Como disse, se você não gostou do que viu, não julgue o lugar ou o trabalho realizado, o trabalho só não é para você, mas pode ser que ajude um monte de outras pessoas. Se você gostou, continue frequentando, com calma as coisas acontecerão a você.

Outra coisa importante: não se impressione se um Guia te disser que você é médium. Todos os seres humanos são, isso não é algo diferente, é o comum.

No mais, aproveite a oportunidade!

Ibejada na Umbanda

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Na Umbanda, Erês, Ibejada, Dois-Dois, Crianças, ou Ibejissão entidades de caráter infantil, que simbolizam pureza, inocência e singeleza e se entregam a brincadeiras e divertimentos. Pedem-Ihes ajuda para os filhos, para fazer Confidências e resolver problemas. Geralmente supõe-se que são espíritos que desencarnaram com pouca idade e trazem características da sua última encarnação, como trejeitos e fala de criança e o gosto por brinquedos e doces. Diz-se que optaram por continuar sua evolução a espiritual através da prática de caridade, incorporando em médiuns nos terreiros de Umbanda. São tidos como mensageiro dos Orixás, respeitados pelos caboclos e pretos-velhos., Geralmente, é são agrupados em uma linha própria, chamada de Linha das Crianças, Linha de Yor¡ ou Linha de Ibeji. Costumam ter nomes típicos de crianças brasileiras, como Rosinha, Mariazinha, Ritinha, Pedrinho, Paulinho, e Cosminho. Seus líderes de falange incluem Cosme e Damião. Comem bolos, balas, refrigerantes, normalmente guaraná e frutas.

No processo evolutivo a maior parte desencarnou ainda criança e optou pela continuidade em sua linha evolutiva mantendo as características de crianças. São espíritos doces, singelos e muito amorosos. Esta doçura não deve ser entendida como ingenuidade, pois a lBElJADA é muito esperta. Principalmente tratando-se de desmanchar demandas.

Erê!

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A palavra Erê vem do yorubá, iré, que significa “brincadeira, divertimento”. Daí a expressão siré que significa “fazer brincadeiras”. O Erê (não confundir com criança que em yorubá é omodé) aparece e instantaneamente logo após o transe do orixá, ou seja, o Erê é o intermediário entre o iniciado e o orixá.

Durante o ritual de iniciação no Candomblé, o Erê é de suma importância pois, é o Erê que muitas das vezes trará as várias mensagens do orixá do recém-iniciado.

O Erê às vezes confundido o com Ibeji, na verdade é a inconsciência do novo omon-orixá, pois o Erê é o responsável por muitacoisa e ritos passados durante o período de reclusão. O Erê conhece todas as preocupações do iyawo (filho), também, aí chamado de omontú ou “criança-nova”. O comportamento do iniciado em estado de “Erê” é mais influenciado por certos aspectos da sua personalidade; que pelo caráter rígido e convencional atribuído ao seu orixá. Após o ritual do orúko, ou seja, nome de iyawo segue-se um novo ritual, ou o reaprendizado das Apanan.

Segundo alguns estudiosos, Erê não pode ser confundido com “were”, “o louco”, uma condição de insanidade ou demência que o Orisá submete os seu noviço para através dele poder fazer uso da palavra, ou seja, soltar a lndaka. Na África os dementes são considerados pessoas puras

Erês são espíritos que trabalham em sua grande maioria na linha das Almas (Pretos VeIhos).

Os Erês atendem aos nossos pedidos e trabalham incessantemente na limpeza espiritual daqueles mais próximos a Eles.

Alegria! Setembro chegou: Erê-min – Salve a Ibejada!

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Setembro quando chega a alegria toma conta de todas as casas de Umbanda, ou mesmo de católicos. É o mês e onde toda a alegria das crianças aflora. É o mês da festa de São Cosme e Damião, lgbeji, Erês, N’Vounge, ou o nome que queria se dar. Doces, brinquedos, balas, bolos, Chupetas; e o caruru fazem parte do ritual. As crianças se misturam aos Erês incorporados, distribuem-se brinquedos e a festa está feita. Entretanto, muito poucos são os que atentam para quem e o que são estas entidades tão poderosas e alegres. Então quem são eles?

 

Ibeji ou lgbeji

É a divindade gêmea da vida, protetor dos gêmeos (twins) na Mitologia Yoruba, identificado no jogo do merindilogun pelos odu ejioko e iká.

Dá-se o nome de Taiwo ao Primeiro gêmeo gerado e o de Kehinde ao último. Os Yorübás acreditam que era, Kehinde quem mandava Taiwo supervisionar o mundo, donde a hipótese de ser aquele o irmão mais velho.

Cada gêmeo é representado por uma imagem. Os Yorübá colocam alimentos sobre suas imagens para invocar a benevolência de lbeji. Os pais de gêmeos costumam fazer sacrifícios a cada oito dias em sua honra.

Apalavra lgbeji que dizer gêmeos. Forma-se a partir de duas entidades distintas que coexistem, respeitando o principio básico da dualidade.

Apesar de muitos acreditarem que seriam filhos de Naná, contam os ltãs (conjunto de Iendas e histórias passados de geração a geração pelos povos africanos), que os lgbejis são filhos paridos e por Yansã, mas abandonados por ela, que os jogou nas águas. Foram abraçados e criados por Oxum como se fossem seus próprios filhos. 

Doravante, os igbejis passam a ser saudados em rituais específicos de Oxum e, nos grandes sacrifícios dedicados à deusa , também recebem oferendas.

O poder de Igbeji jamais pode ser negligenciado, pois o que um orixá faz lgbeji pode desfazer, mas o que um lgbeji faz nenhum outro orixá desfaz. E mais: eles se consideram os donos da verdade.

Os gêmeos (ibeji entre os Yorubas e Hoho entre os Fon) são objeto de culto.

Não são nem Orixá e nem Vodun, mas o lado extraordinário desses duplos nascimentos é uma prova viva do principio da dualidade e confirma que existe neles uma parcela sobrenatural, a qual recai em parte na criança que vem ao mundo depois deles.

No Brasil existe uma filha iniciada neste orixá, chamada Maria José de Moraes, que mora na cidade de Campinas-SP, conhecida entre os religiosos como Dofona de lbeije, sendo iniciada pelas mãos do Babalorisá Augusto César do Ilê axé Omorodé Orixá N’la, primeiro homem iniciado por Mãe Menininha do Gantois, que fica no Bairro Portão em Lauro de Freitas-BA.

Símbolos: 2 bonecos gêmeos, Zcabacinhas, brinquedos;

Plantas: jasmim, maçã, alecrim, rosa

Dia: domingo e segunda-feira para nações Ketu e Jeju Jexá;

Cor: azul , rosa, verde, mas na verdade gosta do colorido em si.

Metal: estanho. Seus elementos: fogo, ar.

Saudação: Omi Beijada! Bejiróó! Farami sóibeji!

Domínios: parto e infância. Amor união.

Comidas: caruru, cocada, cuscuz, frutas e doces.

Animais: passarinhos.

Quizilas: morte, assobio.

Características: alegre, otimista, brincalhão, esperto, trabalhador, imaturo, birrento, voraz.

O que faz: ajuda a resolver problemas de crianças, dá harmonia na família, facilita uniões.

Riscos de saúde: alergias, anginas, problemas de nariz, raquitismo, acidentes.

A RELIGIÃO UMBANDA

“A maior de todas as ignorâncias é rejeitar uma coisa sobre a qual você nada sabe.”

(H. Jackson Brownk)

 

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A Umbanda crê num Ser Supremo, o Deus único criador de todas as religiões monoteístas. Os Sete Orixás são emanações da Divindade, como todos os seres criados.

O propósito maior dos seres criados é a Evolução, o progresso rumo à Luz Divina. Isso se dá por meio das vidas sucessivas, a Lei da Reencarnação, o caminho do aperfeiçoamento.

Existe uma Lei de Justiça Universal que determina, a cada um, colher o fruto de suas ações, e que é conhecida como Lei de Ação e Reação.

A Umbanda se rege pela Lei da Fraternidade Universal: todos os seres são irmãos por terem a mesma origem, e a cada um devemos fazer o que gostaríamos que a nós fosse feito.

A Umbanda possui uma identidade própria e não se confunde com outras religiões ou cultos, embora a todos respeite fraternalmente, partilhando alguns princípios com muitos dele.

A Umbanda está a serviço da Lei Divina, e só visa ao Bem. Qualquer ação que não respeite o livre-arbítrio das criaturas, que implique em malefício ou prejuízo de alguém, ou se utilize de magia negativa, não é Umbanda.

A Umbanda não realiza, em qualquer hipótese, o sacrifício ritualístico de animais, nem utiliza quaisquer elementos destes em ritos, oferendas ou trabalhos.

A Umbanda não preceitua a colocação de despachos ou oferendas em esquinas urbanas, e sua reverência às Forcas da Natureza implica em preservação e respeito a todos os ambientes naturais da Terra.

Todo o serviço da Umbanda é de caridade, jamais cobrando por atendimento, consultas ou trabalhos mediúnicos. Quem cobra por serviço espiritual não é umbandista.