SEJA BEM VINDA(O)

 

Possuir um grande amor não é privilégio de poucas pessoas. Todo mundo tem a sua metade, que irá seu caminho em um determinado momento da vida. Essa pessoa especial é o ser que nos completa, que desperta em nós  o sentimento de amor profundo, totalmente puro e desinteressado, ou seja, o amor verdadeiro.

Se você está lendo essas palavras siginifica que já encontrou seu grande amor, porém por razãoes inesperadas essa pessoa não está ao seu lado.

Com a amarração amorosa você vai aprender e descobrir como fazer para reconquistar a pessoa desejada.

Na amarração amorosa existe um ritmo para que tudo aconteça, e a paciência é necessário. A pessoa amarrada vai ter sensações, sonhos, lembranças e sentir falta e quem encomendou o trabalho.

Além de aprender sobre amarração amorosa, você vai aprender também algumas magias para melhorar ainda mais seu relacionamento (quando a pessoa que vc ama estiver ao seu lado) e como fazer para consertar algumas coisas que talvez não estejam se encaixando perfeitamente.

 

Abortos aparentemente espontâneos provocados

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Além dos abortos espontâneos, motivados por débitos cármicos do casal, associados às dívidas e desarmonias do espírito reencarnante, outros fatores podem ser causa de aborto não provocado por interferência material.

Uma das causas que deve ser mencionada é a relacionada à própria entidade reencarnante. Como nós, seres viventes do Planeta Terra, temos muitas vezes o temor à morte, os espíritos, em muitas circunstâncias, temem abandonar uma situação que se lhes figura estável para mergulhar novamente na matéria, aprisionando ou anestesiando suas conquistas do passado. Em outras palavras, medo de nascer.

Espíritos que necessitam renascer com severas limitações físicas, frutos de alterações expressivas em sua constituição perispiritual, atemorizam-se ante uma perspectiva que custam a aceitar. Apesar de todo o trabalho dos mentores espirituais esclarecendo que a exteriorização deformante,em nível de corpo físico, facilita a eliminação das anomalias em nível perispiritual, desde que acompanhada de uma postura mental saudável, os receios e as reações muitas vezes ocorrem.

Outros, embora nada tenham a temer com relação a deformidades físicas, travam intensa luta íntima, um conflito entre a razão que os faz renascer naquele lar e o sentimento de antipatia em relação a alguns dos membros do mesmo.

Como sabemos, a ligação familiar frequentemente é o palco dos reajustes do passado. Vínculos pretéritos de desafeto que necessitam perdoar encontram na “anestesia” do pretérito a condição predisponente para a “cirurgia” psíquica que eliminará o “abcesso” do ódio.

Embora ocorram reencarnações compulsórias, necessárias para aqueles cujo primitivismo psíquico não permite sua participação na escolha das provas ou expiações na nova romagem física, normalmente o livre arbítrio é preservado.Todos nós, seres humanos, temos a possibilidade de escolher, acertar, errar, avançar ou recuar no progresso. A liberdade que já conquistamos nas milhares de encarnações nos faculta o ensejo de decidir.

Decidir, porém, arcando com o peso das consequências. Há espíritos que se posicionam mentalmente de uma forma reiterada em recusa psíquica a reencarnar. Acentuam essa posição à medida que se sentem retidos na malha fluídico-energética materna. Nos casos em que a dificuldade anterior de relacionamento era justamente com a mãe, a interpenetração energética entre ambos pode ser exatamente a predisposição contrária ao renascimento. Acordam velhas emoções que dormiam embaladas pela canção do esquecimento.

Laços fluídicos que prendiam as emanações energéticas do perispírito do reencarnante ao perispírito materno, ou até em estágio mais avançado, já bem fixas ao Chakra Genésico da gestante, podem romper-se.

Há casos em que a gestação já se fazia em curso, e o perispírito do reencarnante já se encontrava em processo de miniaturização. Portanto, o fluido vital do embrião, bem ligado ao corpo espiritual, havendo súbita e intensa revolta do espírito, pode determinar a ruptura definitiva das ligações, deixando o futuro feto sem o espírito. Inviabiliza-se a gestação por falta do modelo organizador biológico. Ocorre o processo de aborto tido como espontâneo, porém, na realidade provocado pela recusa sistemática, energética e imatura do espírito. Perde o mesmo, assim, uma grande oportunidade para superar a si próprio, e avançar celeremente rumo à felicidade.

 

 

Sem Preconceito

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A Umbanda preconiza a evolução espiritual, a busca pelo equilíbrio interior, a prática da caridade, a renovação da fé e o crescimento da esperança. Esperança por um mundo melhor, muito mais justo, igual, sem preconceitos de raça, credo, cor, sexo ou qualquer outra diferença que possa existir entre as pessoas.

Aos olhos de Zambi, nosso Deus todo poderoso, somos todos iguais. A Umbanda é uma religião absolutamente aberta que tem inúmeras diferenças de interpretação. Diferenças estas que variam de região para região assim como de casa para casa. Não possui Coodificação , mas regras seguras relacionadas à Caridade.

Para denominar-se Templo de Umbanda, deve haver amor, compromisso com o próximo, caridade descompromissada, um trabalho constante de solidariedade, disciplina, respeito e estudo.

Muitas vezes, as pessoas incautas e desinformadas a respeito da verdadeira magia da Umbanda, saem do terreiro frustradas porque não puderam observar nenhum fenômeno que lhes assegurasse que tinham recebido ajuda. O que não sabem é que muitas doenças e aflições lhes foram retiradas antes de somatizar no corpo físico ou mesmo ignoravam quantas entidades desencarnadas sofre-doras haviam sido desligadas de sua vibração e após o auxílio fraterno, foram encaminhadas aos lugares adequados. Seguindo o velho aforismo popular “o que os olhos não vêem o coração não sente”, não atentam para a leveza com a qual saem do terreiro se comparado à vibração pesada que tinham anterior-mente.

Sem contar, o auxílio e limpeza que se realizam em seus lares e locais de trabalho enquanto estão sendo atendidos no terreiro. Nem podem ver ou sentir a imensidão de larvas e cascões astrais impregnados em suas auras que foram retirados, recolhidos e devolvidos à natureza enquanto a entidade baforava ao seu redor ou batia com um galho de ervas.

Ignoram porque um orixá ou Caboclo solicita um alguidar com fogo próximo dele durante o atendimento. De forma visível e material está ali a energia ígnea em forma de chamas, que pela atuação das salamandras dão vida ao elemento fogo para transmutar energias deletéreas e resistentes aos outros procedimentos. Porque o homem não tem mais contato assíduo com a energia ígnea natural, os guias da Umbanda também lhe receitam que acenda velas e faça suas orações enquanto as observa queimar. Desta forma, pelo menos por alguns minutos, incentiva-o a efetuar a própria limpeza de seu campo áurico.

Quanta magia nefasta é desfeita, despolarizada no astral e deixa de vibrar em seus campos vibratórios, sob o comando dos guias que aproveitavam para tanto, além dos médiuns, todo movimento e auxilio dos elementais de cada sítio da natureza, importantes e imprescindíveis auxiliares nas giras de Umbanda. Eles que, como os humanos, agem por sintonia ou seja, conforme o tipo de átomo predominante em sua constituição, determina o elemento com o qual se sentem afinizados na natureza.

Tudo isso é a magia da Umbanda que acontece à revelia da identificação ou não dos encarnados presentes na gira. Mesmo para quem não tem olhos de ver, a Umbanda trabalha e ensina, para que um dia possam elas, pelo menos sentir.

Nos Bastidores dos Terreiros: Ser Dirigente Espiritual é Fácil?

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Muitas vezes me pego a refletir sobre isso, e fico observando as pessoas, dentre elas médiuns e consulentes e eu acho que as pessoas pensam que ser dirigente é um parquinho de diversão. Pois acreditem não é não, o dirigente lida com espíritos encarnados e desencarnados, lidar com o ser humano não é fácil. É as cobranças do dia a dia, a rotina, as responsabilidades da vida pessoal, família, trabalho mais as responsabilidades espirituais, obrigações, preceitos, aplicação de disciplina, doutrina e mais e mais.

As pessoas chegam no terreiro, tudo bem organizadinho, limpinho, não faltando nada, o dirigente sempre muito cortês e amigável, que maravilha. Mas se ele um dia estiver de pá virada, ah que dirigente mal educado, o dirigente estava calado, o pai e a mãe estavam emburrados, mas ninguém parou para pensar do porque o dirigente aquele dia não estava bem. Muitas pessoas acham que quando um médium se torna um dirigente espiritual é um término na realidade é um início uma sina uma missão que apenas está começando, o médium passa por experiências, desenvolvimentos até que ele consiga chegar numa afinidade e sintonia com suas entidades plena, até o ponto que é dada essa missão e isso não se consegue facilmente há muita dedicação, desprendimento, doação, caridade e fé e isso ao contrário do que muitos pensam não se consegue com um papel na mão, porque um diploma por exemplo não irá te dar essa bagagem essa afinidade, hoje em dia vemos pessoas ostentando diplomas de dirigentes e muitas delas na realidade nem sabem nada sobre suas próprias entidades como saberão lidar com as entidades de seus filhos?

Certa vez me perguntaram você tem saudade de quando você era uma filha de santo, eu disse nunca deixei de ser, mas sinto saudades do tempo em que não tinha tantas responsabilidades.

Todo mundo pensa que paciência e tolerância deva ser infinita, confesso que tenho bastante, para mim como dirigente sempre é muito difícil ter que retirar um filho de santo da corrente e dizer um NÃO, mas infelizmente alguns médiuns parecem que gostam de testar essa tolerância de seus dirigentes.

Perdi a conta de quantas e quantas vezes ouvi médiuns dizerem meu dirigente me tirou do terreiro, “EU NÃO FIZ NADA”, pode ter certeza ele realmente NÃO FEZ NADA.

Um dirigente lida constantemente com espíritos e podem ter certeza que os espíritos não gostam de brincadeiras com eles, e eles cobram dos dirigentes doutrinas e posturas. Tem médium que chega no terreiro, parece que está numa pista de corrida, numa competição de quem incorpora primeiro, o espírito está uns dez metros de distância e ele já está lá na frente do altar, saracoteando, e o guia fica ali olhando de longe, só observando, extremamente anímico e muitas vezes chegando ao absurdo de uma mistificação e dá-lhe caras e bocas, tem horas que chega ao absurdo de esquecerem de interpretar se esquecem que estão ali com o suposto guia e você olha para o rostinho lindo do médium e ele desvia o olhar. Nossa para que isso? Muitos perguntarão, A PRESSA É INIMIGA DA PERFEIÇÃO. Aí muitos dirão o dirigente tem que corrigir, SIM TEM, o GUIA CHEFE TEM QUE DOUTRINAR, mas muitas vezes essa correção vem justamente em deixar esse filho ERRAR, principalmente quando esse filho já foi avisado, sabe aquela frase O SOFRIMENTO ENSINA, pois é ela cabe perfeitamente neste quesito. Mas uma hora a casa cai L I T E R A L M E N T E. E tipo… ou se conserta ou CONSERTA. Muitos até mais rigorosos dirão TIRA DO TERREIRO, mas como se diz uma casa espiritual não é para os SÃOS e essas pessoas precisam de ajuda e amparo, mas como tudo na vida tem limites.

O que muitos nem suspeitam é que muitas vezes o dirigente na sua rotina do dia a dia se depara lá com um guia, e o mesmo lhe diz olha fulano, olha o que está fazendo, cobra a orientação e a doutrina. Ou vocês pensam que os guias não se posicionam em relação a certas condutas. Isso é claro quando o zelador tem o dom da vidência.

Outra coisa que precisa ser esclarecido porque muitos tem uma visão bem errônea a respeito, o terreiro É DO PAI DE SANTO, NÃO é SÓ DO PAI DE SANTO, é de TODOS. Tem filho que acha que o dirigente tem que ficar correndo atrás dele avisando do que precisa e do que não precisa para o terreiro, vejam isso não é obrigação do dirigente é OBRIGAÇÃO DOS FILHOS DE SANTO, muitas vezes o dirigente avisa, para ter mais facilidade na organização, mas vamos deixar claro que isso não deve ser visto como regra.

Tem filho de santo que chega para uma confraternização na casa, uma festa de Oxossi, ou de qualquer outro orixá, se ele chega e não tem nada, sai metendo a língua no dirigente e dizendo como pode isso, o altar não tinha flor, faltou a fruta do caboclo, a vela, nossa passei vergonha, levei um amigo e não tinha nada. Mas na grande maioria das vezes esse mesmo médium que julga e crítica é o mais sovina da tchurma. Sua geladeira tem cerveja, mas a fruta do Oxóssi, ahh Pai tô duro sem dinheiro. Mas quando precisa… hahahaha lá vem ele com a cestinha de frutas. E o zelador vai vendo tudo isso e pensando a cá com seus botões.

Fora outras mazelas humanas, como a inveja, a fofoca, o ciúme, o puxar de tapete, os puxa saquismos destrutivos e mais eteceteras.

E o dirigente de forma alguma pode ficar ABORRECIDO.

Se ele ficar ele não PRESTA MAIS.

Fora que existe aqueles filhos POSSESSIVOS, o TERREIRO É SÓ DELE E DE MAIS NINGUÉM, boicota a própria casa afastando as pessoas da mesma com o mal tratamento e a descortesia.

Aí um dia o dirigente está na rua passeando e encontra aquela pessoa que não está indo mais na casa, e conversa vem e conversa vai, ai sai a PÉROLA, desculpa mas adorava seu terreiro mas deixei de ir devido a MÁ EDUCAÇÃO DE FULANO, e o dirigente NÃO PODE FICAR BRAVO, SENÃO ELE NÃO PRESTA. KKK

Gente as vezes eu acho que deveria haver estágios como há nas empresas para alguns filhos de santo, deixar certos filhos de santo, como zeladores por uma semana, só para que eles sintam como é ser um DIRIGENTE, pode ter certeza muitos não passariam de um dia.

DIRIGENTE ESPIRITUAL TEM FÉRIAS?

Não. Não tem. Só se ele desligar o celular, o telefone, e viajar sem dar endereço.

Mas se ele fizer isso ELE NÃO PRESTA MAIS…

Por isso pessoal, ser dirigente espiritual exige DOAÇÃO, AMOR, FÉ, CARIDADE E MUITA VONTADE E PRAZER EM SE CUMPRIR SUA MISSÃO, caso contrário muitos ficam no meio do caminho, DESISTEM, se desgostam, fraquejam ou simplesmente optam por não sofrer mais. Conheci dirigente que simplesmente abandonaram a missão devido ao desgosto de lidar com o ser humano.

Muitos falarão falta de AMPARO ESPIRITUAL, nem sempre. Muitas vezes as próprios guias respeitam o livre arbítrio do dirigente percebem que aquele dirigente não está tendo forças para cumprir essa missão.

A missão de dirigente é muito bonita, é lindo ver um guia nascendo em suas mãos, aquele médium que nunca incorporou ter o sopro do guia através dos guias chefes do seu terreiro, ver aquele caboclo, aquele preto velho chegando e trazendo suas bênçãos, não tem preço que pague essa sensação e gratificação.

Mas ser dirigente, pode ter certeza, NÃO É LOUVOR, GLÓRIA, é uma sina, uma missão, muitos tentaram mas poucos chegarão no final.

Então faça por merecer minha mão sobre sua cabeça, e tenha respeito, amor e consideração.

O Espiritismo é Jesus ensinando – A Umbanda é Jesus trabalhando

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Os espíritos trabalhadores na linha de Umbanda, designados de pretos velhos, nos repassam constantemente uma lógica que infelizmente, nós encarnados ainda estamos demorando em aplicar. Dizem eles, com sua maneira peculiar e simples de expressão, que no “mundo dos mortos” não existe raça, cor ou credo que diferencie as almas ou crie fronteiras, o que existe é o homem de bem e o homem que desaprendeu de ser bom.

Baseado nisso, nos falam das lágrimas que insistem em cair de seus olhos, pela arrogância dos homens e de suas religiões que acabam se distanciando de Deus, pela pretensão de se adonar d’Ele, impondo a “sua” verdade. As religiões ou os credos em geral, ainda existem por necessidade de nossos espíritos que se diferenciam na escala evolutiva, encontrando dentro de cada uma delas a melhor adaptação de “religar-se” ao Criador. O que fica desvalorizado aos olhos da Espiritualidade Superior é o combate que se trava entre os homens por questões religi-osas como se vivessem em eterna disputa, chegando ao absurdo das ditas “guer-ras santas”. Como nos traduz o espírito Ramatis, “o rótulo religioso não passa de uma experiência transitória em determinada época do curso ascensional do espírito eterno.”

Também nos dizem os bons espíritos, que o homem erra mais por ignorância do que por maldade, talvez por isso ao cessar os tempos inquisitórios, jorram do mais alto através de vários canais mediúnicos e por todos os cantos do planeta, muita informação vinda do Alto nos forçando à evolução. E se hoje, por força do ambiente energético denso da Terra não é mais possível a descida de Avatares entre nós, a bondade divina nos presenteia com instrutores como Allan Kardec, com Zélio Fernandino de Moraes, com Francisco Cândido Xavier, além de outros espíritos ilumina-dos, para retirar dos nossos olhos, o véu de Ísis. Mostrando de novo a humanidade terrena, àquilo que havia sido roubado pelo interesse das religiões manipuladores, provam a imortalidade da alma, a existência do mundo espiritual e a lei da reencarnação. Abrindo novos horizontes através do concurso da mediunidade, que além de instruir promove o socorro dos que ainda no além túmulo, ignoram sua condição de espíritos imortais ou se aproveitam disso para dar continuidade às práticas anti fraternas de quando encarnados. O Espiritismo chegou para esclarecer e caridosamente auxiliar. A Umbanda e sua magia branca vem neutralizar as forças trevosas que insistem em conquistar a humanidade através da manipulação negativa dos elementos.

Na religião Umbanda, embora todo o ritual e simbologia usados, têm a parte filosófica, científica e doutrinária, como no Espiritismo. Enquanto a Umbanda é mais ação, a Doutrina dos Espíritos é totalmente mentalista, mas ambas promo-vem e priorizam a reforma íntima dos seres, ensinando o bem viver para melhor morrer.

Ambas foram inseridas no contexto do planeta num momento de extrema necessidade da humanidade, onde urge a higienização dos ambientes etéricos e astrais do planeta azul, na separação do joio e do trigo.

Diante deste contexto, respeitando os preceitos e linhas de pensamento de cada uma, é inconcebível que possa haver entre estas duas linhas – Espiritismo e Umbanda – qualquer espécie de antagonismo ou preconceito. Inconcebível a intolerância com a fé alheia no homem moderno pertencente a qualquer religião, uma vez que se supõe, seja ele pensante e bem informado. Principalmente nas linhas que se dizem cristãs, o exemplo do Mestre Jesus nos prova a todo instante que só existe um caminho, uma verdade e uma vida. Por enquanto a humanidade percorre vários caminhos em busca dessa verdade, mas chegará o dia em que o Universalismo será pleno, então haverá um só rebanho para um só pastor.

E como acontece no “andar de cima”, formaremos uma única corrente de trabalho, auxiliando a quem necessita, mostrando que a ferramenta mediunidade tem um só objetivo: – a caridade! Fora isso, tudo o mais fica por conta de nosso Ego.

 

Bajulação Não! Respeito SIM!

 ‘A mediunidade pode manifestar-se através da pessoa absolutamente inculta, mas os bons espíritos são de parecer que todos os médiuns são chamados a estudar a fim de servirem com mais segurança’. Chico Xavier

 

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Na convivência dentro de um agrupamento, as pessoas costumam ser dóceis e educadas na chegada, aos poucos vão ganhando força para mostrar quem são e a que vieram e depois de um tempo, quando já se sentem familiarizados, a tendência é desnudar-se, mostrando o que realmente trouxe na sua essência.

Nos grupos mediúnicos, não seria diferente. Todo centro espiritualista é uma escola-hospital, onde doentes tentam curar doentes. Cenário nada fácil para uma convivência agradável.

E dentro dele, como em qualquer sociedade, há que se ter um ou mais dirigentes que se fazem responsáveis em conduzir o grupo e por isso se postam no front. Dos quais tudo será cobrado e quase nada, será aplaudido. Afinal “estar à frente” é colocar-se na reta, embora isso lhes dê uma certa autoridade.

Autoridade e responsabilidade que deveria ser respeitada pelos membros do grupo. Alguns então babam na saia, bajulam para sentirem-se confortáveis. Outros não bajulam mas também não respeitam.

Respeito é sinônimo de afeição, apreço, consideração, estima. Portanto que estima alguém não o agride, não o intimida.

Ser rude é considerado uma falta de respeito (desrespeito) enquanto que ações que honram a alguém ou a alguma coisa são consideradas respeito.

Quem não aprendeu a obedecer, jamais poderá mandar. A humildade sendo exercitada na aceitação de uma convivência amigável, fabrica líderes. Porém a bajulação e a falta de respeito com a autoridade alheia, denigrem e rebaixam os valores de quem as possui.

Olho Gordo

Olho gordo

Nas crianças se chama quebranto, é um esmorecimento geral, um langor, uma quebreira da vontade que toma conta do corpo. Pode dar em qualquer pessoa.

Tem sido atribuído à força do olhar de invejosos ou mal-intencionados. Acontece também que algumas pessoas isentas de inveja tem olhar forte, condição desconhecida as vezes até do próprio dono do olhar.

Na sociedade primitiva, o invejoso, outro tipo de pessoa de olhar forte, é sempre rejeitado, porque influi no ânimo das pessoas. E fácil conhecer quando acontece o mau olhado. Se ao olharem para nós começarmos a espirrar, ou abrirmos a boca em longos bocejos, sem parar, é sinal de que fomos atingidos.

Não é de hoje que se temem os seus efeitos. Demócrito mencionava já entre os mediterrâneos essa crença, da qual não conseguira determinar as origens. Aristóteles comentava que o olhar de algumas pessoas podia causar perturbação funesta no corpo e na mente dos fascinados. A história de Medusa, cujo olhar petrificava as pessoas é uma história de mau-olhado.

Os povos antigos conheciam a figa, símbolo sexual e amuleto, para afastá-lo.

Entre nós, usa-se a figa feita de duas plantas mágicas: de arruda e de guiné para o mesmo fim.

O mau olhado é força mais branda do que o feitiço e na maioria das vezes não é premeditado. Contra ele, além da figa e da fava-da-inveja que se colocam no pulso ou no pescoçinho das crianças, usam-se as plantas mágicas: a arruda, a guiné, comigo-ninguém-pode e outras; fazem-se os ensalmos e cumprem-se os rituais das simpatias.

A crença no mau-olhado é universal. A língua dos povos atesta a sua difusão e persistência. E o mal-occhio, o evil eye, o mal de ojo. Entre nós é chamado além de mau-olhado, olho de seca-pimenteira, olho-grande, olho de inveja, olho-mau, maus-olhos.

No IX livro das Noites Áticas, Aulo Gélio conta que as pessoas da Ilíria podiam matar, estando irritadas, apenas olhando fixamente para o adversário. (In Dicionário de Folclore Brasileiro, de Luís da Câmara Cascudo).

A mágica de proteção contra o mau-olhado na antiga Grécia era desenhar ou gravar olhos nos objetos, para defender das forças invisíveis do mal. Talvez reminiscência da maga Medusa, uma das Górgonas, de olhos tenebrosos e cujo olhar fazia se transformarem em pedra as pessoas que os fitavam.

Os amuletos mais populares contra o mau-olhado são: a figa, o corno, a mão cornuda, a meia lua, o corcunda, o elefante. Usa-se também uma fitinha vermelha, amarrada no pulso o ou em torno do pescoço.

A figa é o mais usado e o mais antigo dos amuletos contra o mau-olhado. Sobrevive nos usos dos povos os mais diversos. Sabe-se que já existia entre os etruscos. E mencionada por Dante, por Shakespeare. Entre os povos da antigüidade, como símbolo fálico, prendia-se aos cultos da fertilidade e da fecundidade. Em Roma era usada no pescoço das mulheres e das crianças, o que provocou o desaprovador reparo de Varrão, de que a figa é a representação do ato sexual, sendo polegar em riste apertado entre o indicador e o médio dobrados, o órgão masculino penetrando o órgão feminino.

Encontraram-se inúmeras figas nas ruínas de Herculano e de Pompéia. Hoje ela vive um pouco nos folclores de toda a Europa de onde passou para as Américas.

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